Persona - quem o agente é
Identidade, estilo e domínio. A persona define como o agente fala, o que ele sabe e o tom que usa. Persona genérica produz output genérico.
Um @agente parece mágica até você abrir o arquivo. Aí vê que é um documento estruturado em 4 camadas. Quem entende as camadas conduz; quem não entende, reza pro prompt funcionar.
Use este mapa para entender a sequência da aula antes de entrar nos detalhes.
O agente não é uma caixa-preta nem um prompt mágico. É um arquivo com campos. Cada campo é uma das 4 camadas. Abrir o arquivo tira o medo e dá o controle.
O agente vive numa hierarquia de composição. Confundir os níveis é confundir o que fazer onde. A analogia da escrita organiza tudo.
Do menor ao maior elemento
a letra: a unidade mínima de ativação.
a palavra: uma unidade de trabalho com contrato (inputs, outputs).
a frase: agrupamento de tasks que resolvem algo junto.
o parágrafo: persona que orquestra skills e tasks.
o texto completo: agentes e tasks encadeados num processo.
Três movimentos: ver as 4 camadas por dentro, abrir um agente real, e diagnosticar um agente quebrado pela camada faltando.
A decomposição de um agente real nas 4 camadas e o diagnóstico de um agente que não fazia o esperado.
Você tem o mapa. Agora vê cada camada por dentro: o que é persona, skill, autoridade e memória.
4 CamadasCada camada responde uma pergunta diferente sobre o agente. Juntas, elas definem o que ele é e o que ele pode fazer.
Identidade, estilo e domínio. A persona define como o agente fala, o que ele sabe e o tom que usa. Persona genérica produz output genérico.
Skills são agrupamentos de tasks. Cada skill mapeia para tasks concretas que o agente executa. Sem skill mapeada, o agente tem persona mas não tem ação.
Fronteiras que não se cruzam. O Dev não dá push, só o DevOps. A autoridade é o que separa um agente que ajuda de um agente que faz estrago. Define o que ele pode e o que ele não pode.
A memória é a pasta onde o squad guarda o que aprendeu. É a camada que transforma uso repetido em ativo da empresa.
Como a experiência vira propriedade intelectual
o agente executa tasks e produz resultados.
o que funcionou e o que falhou vai para a pasta memory.
casos repetidos viram padrões reutilizáveis.
workflows mais squads mais memória são propriedade intelectual da empresa.
O frontmatter é a mecânica de ativação. Quando você chama o agente, o sistema injeta o que está declarado ali no contexto. É onde as 4 camadas viram comportamento.
o sistema lê o frontmatter do arquivo dele.
persona, skills e autoridade entram no System Prompt.
o histórico relevante do squad entra junto.
agora ele responde dentro das fronteiras declaradas.
Você viu as camadas por dentro. Agora abre um agente real e vê tudo no arquivo, campo a campo.
Caso RealAdriano abriu o arquivo de um agente ao vivo e mostrou as 4 camadas escritas, campo a campo. A mágica vira documento.
Quando o operador abre o arquivo do agente, o medo some. As 4 camadas estão todas escritas, e o que parecia caixa-preta vira algo editável.
As 4 camadas lado a lado, com a pergunta que cada uma responde e o sintoma de quando falta. A grade que você consulta ao abrir um agente.
Para cada camada, a pergunta que ela responde e o que aparece quando ela está vazia.
Output genérico, sem domínio nem tom. O agente fala como qualquer IA.
O agente entende mas não executa. Tem persona, não tem ação.
O agente faz o que não devia, ou trava onde devia agir.
O agente recomeça do zero, repete erros já resolvidos.
Identidade, estilo, domínio. Define quem o agente é e como fala.
Agrupamento de tasks. Define o que o agente sabe executar.
Fronteiras. Define o que o agente pode e não pode tocar.
Experiência acumulada. Define o que o agente lembra do squad.
Você sabe ler o agente. Agora usa isso para diagnosticar um agente que não fazia o esperado.
DiagnósticoUm agente fazia algo que não devia: dava push direto. O diagnóstico não foi trocar o modelo, foi achar a camada de autoridade faltando.
Quando um agente faz o que não devia, o reflexo é culpar o modelo. A causa real costuma ser uma camada faltando, e aqui era a autoridade.
O reflexo é culpar o LLM quando o agente erra.
Esclareça: Quase sempre é uma camada faltando no arquivo. Abra antes de trocar de modelo.
O agente dar push não é o modelo ser capaz demais.
Esclareça: É a fronteira não estar declarada. Autoridade é o que o agente pode, não o que ele consegue.
O agente repetir um erro já resolvido não é burrice do modelo.
Esclareça: É a memória não ter sido atualizada. Experiência mora na camada de memória, não no LLM.
Você sabe diagnosticar. Agora pratica: decompõe um agente real e diagnostica um quebrado.
PráticaAbra um agente real, decomponha nas 4 camadas, e diagnostique um agente que não fazia o esperado pela camada faltando.
01# Preencha abrindo o arquivo do agente, camada por camada.02agente: "{nome do agente}"03persona:04identidade: "{quem ele e}"05estilo: "{como ele fala}"06dominio: "{o que ele domina}"07skills: ["{skill 1 -> tasks}", "{skill 2 -> tasks}"]08autoridade:09pode: ["{o que ele pode tocar}"]10nao_pode: ["{a fronteira que nao cruza}"]11memoria: "{onde ele guarda experiencia, ou vazio}"12diagnostico:13sintoma: "{o que estava errado}"14camada_faltando: "{persona | skills | autoridade | memoria}"
Abre o arquivo e percorre as 4 camadas antes de qualquer uso crítico.
Mapeia o sintoma para a camada: indevido é autoridade, sem ação é skill, tom errado é persona, repete erro é memória.
Os termos desta aula em uma frase cada.
A camada de identidade, estilo e domínio do agente. Define quem ele é e como fala.
Agrupamento de tasks. A camada que define o que o agente sabe executar.
As fronteiras do agente. O que ele pode e não pode tocar, ex: Dev não dá push.
A experiência acumulada do squad. Histórico e padrões que viram propriedade intelectual.
A declaração que o sistema injeta no contexto quando o agente é chamado.
Comando, task, skill, agente, workflow: do menor ao maior elemento, como letras até texto.